Vulpes vulpes.

Vulpes vulpes

Posted in Sem categoria by Vulpes on 21 de agosto de 2012

 



*Foi ali, deitada na cama te percebendo aos poucos entre os detalhes vazios do quarto do hotel, te ouvindo falar sobre quase nada, que eu me apaixonei por você.

*Eu sustento o amor e o medo que me geram um desconforto. As vezes te peço socorro com minhas declarações.

*E não tão certos a gente se entrega. Depois nos recolhemos – cada um em seu mundo. Degustando&Digerindo&Organizando – Talvez todooestrago.

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a minha.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 20 de julho de 2012

Não é só com a vontade que se faz ser – a minha. Vou te dar água, cimento e tijolos, já que meu coração de morada somente não basta.

ink.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 9 de julho de 2012

O frio de ontem me fez chorar de dor. O corpo encolhe, os músculos ardem e endurecem. É tudo diferente do que está dentro, quente, macio e mole. Quente, macio & mole.

Depois de ouvir tua voz e nela um silêncio misto de dúvidas, sem ouvir o barulho do mergulho, eu penso em desistir. Mas que jeito? O corpo parte, a alma fica. Só se for. Porque foi mesmo no berço que escolhi assim viver – morrendo. Eu sou redundante, eu sei. É o gosto pelo exagero. Pela água no limite do copo. Pelo sentimento no limite do corpo. É que no fim acho bonito sofrer de amor, dá até pra acabar morrendo disso. Como Romeu, como Julieta. Avessos.

Eu sou mesmo meio patética, exagerada, meio louca, tenho tingido minhas veias de você.

do tamanho de um botão.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 6 de julho de 2012

As vezes fico assim, bem miudinha, querendo não falar. Tentando materializar os respiros, dar forma e decidir as cores das coisas que eu sinto. Querendo não ser gota. Querendo não ser pingo, nem ostra. Só Raposa. Talvez.

E agora, José?

Posted in Sem categoria by Vulpes on 1 de julho de 2012

 

E agora é que eu gostei. E agora, José? E agora é que vou sentir saudade de você. E agora, José? Agora a gente se despede mas não  vai embora, fica flutuando, morando dentro do caroço um do outro, fecha a porta e joga a chave fora. E agora, José? Agora a gente vê que bem de mansinho as coisas se encaixam e o mundo mesmo não tão azul, nublado demais talvez é o mesmo – pra mim e pra você. E agora, José? É agora que é hora dos poros ficarem abertos e nosso cheiro ficar. De não só gostar e ver que foi bom e sim que É BOM continuar. E agora, José? Que eu nasci com o coração no lugar da boca e ele não para de tagarelar coisas sobre você. E agora, José? A raposa já ganhou nome me cativou e vai me deixar.                                           É… e agora, José?

feliz dia dos namorados, cris!

Posted in Sem categoria by Vulpes on 13 de junho de 2012

se mastigada a gente vira bagaço.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 24 de maio de 2012

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“Mas amor não é questão de merecimento. Só algumas pessoas muito avanças emocionalmente conseguem compreender que é civilizado amar aqueles que merecem. O coração parece ser um orgão independente, às vezes tão totalmente, que parece ser feito como nos desenhos infantis. Uma bundinha redonda para cima, fechada em “v” embaixo, de preferência com uma seta espetada dentro. São muitas as pessoas que têm no peito este coração infantil e desprovido de contato com a razão. Amar errado é tão comum! Então não é por merecimento que se é amado…” (Vergonha dos pés – F. Young)

para o lobo que comeu meu coração.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 10 de maio de 2012

Mantra.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 10 de maio de 2012

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Cristiane, não esqueça nunca de respirar entre um detalhe e outro. Tente manter o equilíbrio, tuas pernas são bambas por natureza.

ressaca de valentine´s day.

Posted in Sem categoria by Vulpes on 15 de fevereiro de 2012

“Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás.” Caio F. Abreu.